Ana Cacimba da Bahia em
Aula espetáculo interativo e decolonial para as infâncias, inspirado nas manifestações culturais populares do Nordeste.
Primeiros 50
Cacimba perambula mundo afora montada em sua burrinha Justina, em busca de suas raízes originárias. Do matulão vão saindo mamulengos, passarinhos de pano, objetos de poder, histórias e canções.
Últimos 30
Show musical de forró convidando todes para dançar.
Aula espetáculo interativa com o músico Tiago Gusmão, e o Fuá dos Kurumins na sequência. É neste formato que a burrinha Justina viaja junto.
80 minutos
Contação de histórias com os mamulengos, seguida de brincadeiras de roda.
Vivência inspirada na Pedagogia Griô, com roda de prosa sobre educação decolonial para educadores e famílias. Abre com a roda de bênção, honrando quem veio antes.
de 1h30 a 2h
Uma roda da Voz das Avós em Palmeiras, Chapada Diamantina.
Para as infâncias, e com elas as famílias e os educadores. Em escolas mais tradicionais, de 0 a 9 anos. Em escolas de pedagogia brincante, a faixa é aberta.
Até 30 crianças por sessão. Para públicos maiores, dá para combinar mais de uma apresentação no mesmo dia, com valor por pacote.
O Matulão completo são 80 minutos: 50 de aula espetáculo e 30 de Fuá dos Kurumins. A vivência A Voz das Avós dura de 1h30 a 2h.
A Justina viaja no Matulão completo. Na contação de histórias, Cacimba vai com os mamulengos e as brincadeiras de roda.
São acertados à parte, conforme a cidade e a data. Peça o orçamento fechado no primeiro contato, para levar o valor completo à aprovação.
A emissão é feita pela produtora que acompanha o trabalho. Confirme a possibilidade para a sua data no primeiro contato.
Sim. Cacimba sai do Vale do Capão, na Chapada Diamantina, para todas as direções, em escolas, feiras literárias, festivais e espaços culturais.
Manu Ramos, professora da rede pública de Seabra e Palmeiras, poeta, contadora de histórias e articuladora literária na Chapada Diamantina. Idealizadora do projeto Biblioteca Viva e hoje vereadora em Palmeiras.
Eu sou Ana Cacimba da Bahia, neta de Dona Alice, fruto de Pindorama. Sou mulher baiana em retomada das minhas raízes originárias do território tupinambá de Camaçari, Monte Gordo, litoral norte da Bahia. Sou cantadeira e repentista, como minha vó.
Sou mãe do curumim Bariri. Foi ele o portal que me conectou com o universo da infância e da arte-educação.
Ana Cacimba da Bahia
Dona Alice se encantou em 2024, aos 99 anos. Nos últimos dois anos já não conseguia falar, e Cacimba lhe deu um sininho para chamar. Sabendo do poder de cura que a música tem, foi estimulando a voz da avó com as memórias dos cantos de que ela gostava. E a avó, que não falava mais, cantava.
Cada toré e cada canto que Cacimba leva ao matulão foi recebido de uma pessoa com nome, em um território com nome, e é partilhado com permissão. Ela aprendeu a dizer de onde vieram toda vez que canta.
Ela aprendeu e acredita que devemos sempre trazer as referências e os fundamentos de cada canção, fortalecendo assim a cultura oral e seus mestres.
Na imprensa: Prefeitura de Salvador, Fundação Gregório de Mattos e Correio 24 Horas.
Escolas, feiras literárias, festivais e espaços culturais. Cacimba sai do Vale do Capão para todas as direções.